No último dia 30/04, José Maria de Almeida, presidente nacional do PSTU, foi condenado pela justiça paulista a 2 anos de prisão em regime aberto. O motivo, pasmem: a defesa do povo palestino e de seu direito à autoderterminação diante do genocídio perpetrado pelo Estado sionista de Israel, que desde outubro de 2023 já matou mais de 72 mil pessoas na Faixa de Gaza. O companheiro Zé Maria foi processado por ter exercido em seu discurso o direito democrático de crítica à ação racista e genocida encabeçada pela nefasta figura de Benjamin Nethanyahu na região. Desde a Nakba em 1948, o atual período é um dos mais mortais para a população da Palestina.
Como se não bastasse isso, Israel vai além em seu expansionismo territorial e agora avança sobre o sul do Líbano, causando um deslocamento forçado de milhões de Libaneses, além da morte de mais alguns milhares de inocentes, dentre eles uma família líbano-brasileira. Além disso, sequestram e prendem ativistas que defendem a causa da Palestina, como foi o caso de Thiago Ávila, que ficou uma semana encarcerado e foi libertado apenas no dia 09 de maio.
A condenação de Zé Maria, além de ferir um direito democrático da liberdade de expressão, revela a conivência do governo e da justiça do Estado de São Paulo com a violência e o terrorismo de Israel no Oriente Médio.
Vale aqui ressaltar que o governo Lula-Alckmin, ao longo desses quase 3 anos de massacre, não tomou nenhuma atitude prática em defesa da população palestina. Até agora, limitou-se ao palavrório típico da diplomacia que fala mais do que age. Exigimos, ainda mais agora, que o governo rompa suas relações políticas e comerciais com Israel. Além disso, é evidente que ele deve fornecer todo auxílio possível ao companheiro Zé Maria, com advogados e com um posicionamento público contra a condenação arbitrária.
Não à sentença arbitrária contra o companheiro Zé Maria!
Pelo fim do genocídio em Gaza e no Oriente Médio!
Palestina livre! Do rio ao mar!
Contribua com a libertação de Zé Maria neste abaixo-assinado!