Transição Socialista

Bolsonaro

29.11.2021 - Conjuntura Editoriais

Burocratas de “esquerda” enterram atos contra Bolsonaro

Burocracia sindical e partidária de “esquerda” se unificou para impedir que manifestações saíssem do controle, avançassem das ruas para os locais de trabalho, e, assim, atrapalhassem o próximo ano eleitoral. Ela quer tranquilidade, e, sobretudo, quer Bolsonaro como antagonista de Lula no segundo turno do próximo ano.

27.10.2021 - Conjuntura Editoriais

Teto de gastos: Bolsonaro rouba programa da “esquerda”?

lsonaro furou o teto de gastos para turbinar o bolsa-família. Agora, toda a dita “esquerda” o denuncia, falando que é uma medida apenas eleitoreira. Será que é por aí mesmo que se deve criticá-lo? O que tal crítica frágil revela sobre a própria esquerda?

15.09.2021 - Conjuntura Editoriais

PT, PSOL, PCB e PSTU traem luta para derrubar Bolsonaro

O socorro a Bolsonaro em mais um momento de dificuldade veio do PT. Desta vez, com apoio claro da “esquerda radical”. PSOL, PCB e PSTU optaram por “ficar em casa com Lula no domingo”. A capitulação política já demonstra que tais partidos agem na prática para eleger Lula em 2022.

05.08.2021 - Editoriais

Bolsonaro prepara a eleição de Lula

Na semana passada, Bolsonaro concluiu sua minirreforma ministerial. O resumo dela é o seguinte: para não cair por impeachment, o presidente entregou completamente o governo ao “centrão”. O senador Ciro Nogueira, presidente do PP, foi nomeado para o comando da Casa Civil, antes sob direção do general Luiz Eduardo Ramos. Também o Ministério do Trabalho foi recriado. Ainda que sob direção de Onyx Lorenzoni, o novo ministério abrirá mais espaço para cupinchas do centrão.

22.07.2021 - Conjuntura Editoriais

Por que defender o impeachment?

Defendemos a palavra de ordem do impeachment de Bolsonaro como a mais adequada para esse momento da conjuntura. Procuraremos argumentar, sinteticamente, porque ela é mais adequada e precisa, contrapondo sua defesa aos argumentos levantados em sentido contrário (ou aos pressupostos nas formulações dos que se colocam contrariamente a ela).

07.07.2021 - Conjuntura

O 3J e os impasses do movimento (balanço e perspectivas)

Os atos de 03/07 foram a pedra na vidraça de Bolsonaro. Todavia, também denotam risco de paralisia do movimento. Para piorar, serviçais esquerdistas de Lula, como o PCO, atuam para impedir a massificação. São os que querem manter o movimento em banho-maria até a eleição de 2022. Contra tudo isso, é necessário buscar as massas trabalhadoras onde estão e as vincular à luta pelo impeachment. O movimento de ruas pode desatar algo maior nos locais de trabalho.

06.07.2021 - Conjuntura Editoriais

Dois anos de governo Bolsonaro

Texto aprovado em abril de 2021, no III Congresso da Transição Socialista.

Como Bolsonaro se manteve e ainda se mantém no poder? O que falta para a explosão de uma revolta da classe trabalhadora contra Bolsonaro e o apodrecido regime burguês?
Derrubar Bolsonaro hoje é a melhor forma de enfraquecer Lula e a dominação burguesa amanhã.

23.06.2021 - Conjuntura Editoriais

Burocratas tentam vender movimento contra Bolsonaro

Um novo ato foi marcado pelas “frentes” da “Campanha Nacional Fora Bolsonaro” para o dia 24/07. Mais de um mês após o 19J!
Não dá pra esperar! Não dá pra aceitar politicagem eleitoral com o número de mortos da Covid! A cada dia que passa, são mais de dois mil mortos! Não deixar Bolsonaro sangrar até 2022! Impeachment já!

10.06.2021 - Conjuntura

Pazuello livre, exército corrupto

Está completa a patifaria: o Exército impôs um sigilo de 100 anos sobre o processo do General Pazuello.
Sobra corrupção, falta vergonha na cara! Esse é, até o momento, o ponto mais baixo em um mês cheio de cambalachos.

03.05.2021 - Conjuntura Editoriais

Bolsonaro, Guedes e Lira: morte, arrocho e desemprego

O presidente Bolsonaro jamais esteve tão cercado de problemas por todos os lados. Ao eleger Lira para presidente da Câmara e Rodrigo Pacheco para o Senado, pensou que estava seguro contra a abertura de algum dos muitos pedidos de impeachment – motivados por falta de decoro, por questões jurídicas, econômicas, sanitárias (responsabilizando-o por grande parte das mais de 400.000 mortes que ocorreram no país), crimes ambientais, por “rachadinhas” de sua família (caso Queiroz), pelo envolvimento com milícias e tantos e tantos outros. Conseguirá Bolsonaro se segurar em sua cadeira? Qual futuro aguarda este país?