A onda de violência nos embates entre o governo e a oposição se intensifica na Venezuela: com os conflitos da última semana, chegou a 37 o número de mortos na repressão recente aos protestos, tanto pela polícia quanto pelos grupos armados paraestatais sustentados pelo chavismo, conhecidos como “coletivos”. Os feridos já são mais de 700.
Nesta quarta-feita, dia 10/05, Lula estará cara a cara com Moro. A esquerda revolucionária deve defender, sem titubear: prisão a Lula e a todos os corruptos!
Sobre o dia 28/04 — dia de paralisação nacional contra os ataques do governo de Michel Temer/ Henrique Meirelles —, cabe destacar elementos positivos e negativos que se manifestaram. Além do correto elogio, é preciso pensar suas fragilidades e limites, para encontrar conscientemente a melhor forma de superá-los.
O dia 28 de abril será um dia fundamental de luta e resistência da classe trabalhadora contra as medidas do capital. Será um dia de paralisação de várias e importantes categorias organizadas por todo o país. Será dia de dizer em alto e bom som: não às medidas nefastas de Michel Temer! Não às reformas da previdência e trabalhista! Não ao ataque do capital!
A delação de Emílio Odebrecht mostrou que a burguesia tem representantes muito inteligentes. Emílio, indignado, em protesto, ergueu uma pergunta e conscientemente não a respondeu: “Por que tudo isso vem à tona só agora?” Para o patriarca da Odebrecht, corrupção e propina alimentam o Estado brasileiro há trinta anos, e […]
A Operação Carne Fraca desencadeada pela Polícia Federal nesta semana mostrou nos fatos aquilo que Marx já mostrara logo nas vinte primeiras páginas do Capital: que o capital não produz valores-de-uso, coisas úteis e saudáveis para o uso humano, mas que o capital produz capital, valores-de-troca, dinheiro, úteis à ambição inescrupulosa e desmedida do empresário capitalista. Não é necessário ir além destas primeiras vinte páginas de O Capital para se compreender esta lição básica e elementar do marxismo clássico.
A dominação burguesa sobre o Brasil está conduzindo, de forma irresponsável e estúpida, a maioria da população brasileira a uma condição sem saída. Temer e Meirelles afirmam que já saímos do fundo do poço, mas sua inépcia provavelmente nos conduzirá a estouros de enormes conflitos. Há aí uma oportunidade para o proletariado.
No dia 15 de março haverá uma importante jornada de luta contra a reforma da previdência de Temer. A atividade é produto de uma ação articuladora da CSP-Conlutas, que pressiona demais centrais sindicais. Como insistimos em muitos textos, a unidade geral dos trabalhadores – a frente única de todos os sindicatos – é importante para começar a colocar a classe em movimento, e essa é a condição de qualquer mudança política. Estão corretos os companheiros da CSP-Conlutas que pressionam pela atividade unitária e pelo dia de luta.
Antes de responder a essa questão, é preciso refletir rapidamente sobre a conjuntura nacional; é preciso entender o que se passa em nosso país tanto social quanto politicamente.
Muito se discute hoje sobre a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241, que agora se chamará, no Senado, PEC 55. Após aprová-la, com folga, na Câmara, o governo pretende aprová-la com urgência no Senado. O texto abaixo faz uma explicação sintética do que é a PEC e, em seguida, uma série de apontamentos sem os quais, pensamos, é impossível lutar de verdade, e até o limite, contra a PEC anunciada por Temer.