Transição Socialista

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11.02.2019 - Conjuntura Editoriais

Derrota na GM-SJC é alerta a revolucionários do PSTU

A adaptação do PSTU, em seu trabalho sindical, à burocracia e ao “sindicalismo de resultados”, levou a uma derrota histórica dos trabalhadores na GM de São José dos Campos. Todavia, o PSTU se nega a reconhecer abertamente a derrota, e mantém-se afastado do verdadeiro programa de luta, o programa revolucionário, o Programa de Transição.

11.12.2017 - Conjuntura Editoriais

Centrais sindicais vendem luta contra reforma por R$ 500 milhões!

Todos atentos neste fim de ano! Tomar as ruas diante de qualquer sinal ou tentativa de aprovação das reformas! Não aceitar o indigesto presente natalino de Temer! Dar de presente a ele o fogo no Congresso! Pressionar a burocracia, pressionar a burocracia!

03.12.2017 - Conjuntura Editoriais

Centrais sindicais traem, mas ainda é possível ir às ruas dia 05!

Tão repentinamente quanto criaram o dia de paralisação (05/12) contra a reforma da previdência, as grandes centrais sindicais riscaram tal atividade de sua agenda. A paralisação foi repentinamente cancelada, sem grandes explicações, na última sexta-feira, 01/12, num acordo de cúpula das grandes centrais (desconsiderando as pequenas e de esquerda). As […]

21.11.2017 - Conjuntura Editoriais

Unidade para revogar a reforma trabalhista!

Quando algo acaba de ser implementado, ainda pode ser revogado. Após isso, as chances são mínimas. A reforma trabalhista entrou em vigor no sábado, 11/11. Entre seus ataques mais nefastos está a terceirização da atividade-fim e a validade do negociado sobre o legislado. Trata-se de um tipo de “mexicanização” das […]

28.08.2017 - Editoriais

A frente “Brasil Metalúrgico” e o ascenso proletário

A frente Brasil Metalúrgico Com objetivo declarado de enfrentar a aplicação da reforma trabalhista e da previdência entre os trabalhadores metalúrgicos, as centrais sindicais (CUT, Força Sindical, Conlutas, Intersindical, CTB e UGT) criaram a frente “Brasil Metalúrgico”. A frente organiza um dia de luta unificado no 14 de setembro e […]

03.07.2017 - Editoriais

Centrais sindicais traem paralisação de 30/06

Havia disposição de luta da classe trabalhadora para que a paralisação de 30/06 fosse forte, mas o dia infelizmente foi marcado pela grande traição das nossas maiores centrais sindicais: CUT, Força Sindical, UGT e CTB que boicotaram a paralisação nacional. Ainda assim, um setor importante da vanguarda da classe trabalhadora brasileira parou a produção e foi às ruas para lutar contra as reformas e o governo. A paralisação, embora pequena e localizada, foi importante por demonstrar, mesmo que em nível localizado, que é possível fazer mais do que as principais direções sindicais da classe trabalhadora estão fazendo.

09.06.2017 - Panfletos

As tarefas urgentes da Conlutas

O texto abaixo é um panfleto do MNN, distribuído no encontro da Coordenação Nacional da central sindical Conlutas nesta sexta, sábado e domingo, 9, 10 e 11 de junho.

29.05.2017 - Editoriais

Brasília e o partido revolucionário

O dia 24 de maio de 2017 – dia da ocupação de Brasília – torna-se relevante para a luta da classe trabalhadora brasileira na exata medida em que evidencia a importância fundamental de um partido de combate.

30.04.2017 - Editoriais

Balanço e perspectivas da paralisação nacional

Sobre o dia 28/04 — dia de paralisação nacional contra os ataques do governo de Michel Temer/ Henrique Meirelles —, cabe destacar elementos positivos e negativos que se manifestaram. Além do correto elogio, é preciso pensar suas fragilidades e limites, para encontrar conscientemente a melhor forma de superá-los.

21.03.2017 - Editoriais

A futura ditadura de Lula

1. Diluição do sistema político e erguimento de uma figura, Lula, como necessidade lógica; 2. fim do regime do Estado Democrático de Direito (no qual todas as frações burguesas estão representadas) em nome de um regime de Estado mais centralizador e repressor dos menores setores burgueses; ou seja: migração do regime democrático burguês para um regime ditatorial burguês (uma forma mais explícita e direta da ditadura da classe burguesa); 3. criação e mobilização de bandos de combate à classe trabalhadora, a partir da estrutura das burocracias sindicais (CUT, CTB e outros), bem como dos movimentos que trabalham com proletários empobrecidos (MST, MTST e outros), dependentes de políticas do Estado burguês.