O PSTU lançou há poucos dias dois materiais para orientar suas campanhas eleitorais municipais. Comentaremos detalhadamente as posições aí apresentadas e buscaremos demonstrar como são contrárias às formulações clássicas do marxismo. Como a crítica necessita ser detalhada, a dividiremos em três partes. A primeira trata de concepções mais gerais, sobre estratégia comunista.
A confusão continua reinando em setores da “esquerda” que, em meio à crise, defendem que o governo faça um “decreto” garantindo a estabilidade nos empregos. É cópia do que os burgueses argentinos já fazem – e a medida se revela, no final das contas, contrária à classe trabalhadora.
A aprovação do novo marco sanitário pelo Senado gerou polêmica na “esquerda” brasileira. A maioria repudiou, com discurso estatista-keynesiano. Mas o que Marx achava da dicotomia “público” versus “privado”? Não seria essa dicotomia mais uma expressão da miséria programática da “esquerda”?
O ciclo de formação “Marx, Teoria e História”, é uma apresentação às obras de Marx, que abordará tanto o desenvolvimento do seu pensamento, noções sobre sua teoria da história e sobre a determinação do programa revolucionário.
Frente à gigantesca crise capitalista que se abre, é fundamental os revolucionários adequarem seus programas. Seria o Programa de Transição uma invenção particular de Trotsky, ou teria bases nos esforços do próprio Marx para encontrar um programa revolucionário?
Sob o influxo das lutas que estão acontecendo, a TS produziu série de postagens sobre a dualidade de poder: o processo de constituição de um poder paralelo pelos trabalhadores, contraposto ao poder oficial do Estado burguês, com as formas de luta e as formas organizativas forjadas pelos próprios trabalhadores na luta pela sua emancipação.
O texto a seguir é a segunda tese do II Congresso da Transição Socialista, realizado em março de 2019. As notas de rodapé estão ao final do texto.
O texto a seguir é a primeira tese do II Congresso da Transição Socialista, realizado em março de 2019. As demais teses serão publicadas ao longo das próximas semanas. As notas de rodapé estão ao final do texto.
O chamado “Dia D” da oposição burguesa a Maduro foi um fracasso. Essa “oposição” é frágil. Ainda há um vazio importante de direção da revolta popular contra Maduro, vazio que esquerda revolucionária deveria ocupar. Marx dá lições claras sobre como fazê-lo.
A farsa cômica do G7, com o bate-cabeça das super-potências mundiais, anuncia a oportunidade que se abrirá para a classe operária internacional.