Com todo tipo de manobra parlamentar, o Senado seguiu a Câmara dos Deputados e aprovou o PL da Dosimetria, permitindo a progressão mais rápida da pena aplicada a Bolsonaro e sua claque de generais e financiadores que articularam a tentativa de golpe de Estado. Como já mencionamos em nota anterior, […]
Passou de qualquer limite: a Câmara se reuniu na madrugada do dia 09/12 ao 10/12 para aprovar a “PEC da Dosimetria”. Um nome chique e pomposo que significa tão somente a redução da pena aplicada aos generais, parlamentares, ministros e demais políticos pelas tentativas, articulações e planos esdrúxulos de golpe […]
Diante do tarifaço de Trump e dos tiros no pé da família Bolsonaro, a popularidade de Lula voltou a crescer, embalada pelo discurso patriótico, após importante período de desconfianças. A despeito do recente fôlego, quais as bases econômicas da baixa popularidade de Lula até então? Por que a popularidade de Lula estava baixa até Bolsonaro vir salvá-lo? O recente aumento de popularidade tem consistência e atende aos interesses da classe trabalhadora? A Transição Socialista analisa a situação para além dos discursos de ocasião.
Na primeira semana de julho, Donald Trump tomou conta das manchetes depois de anunciar uma taxação sumária de 50% sobre as mercadorias brasileiras importadas pelas empresas americanas. Antes disso, as exportações brasileiras já estavam sendo tributadas em 10% desde abril. A política tarifária do presidente dos Estados Unidos já é aplicada para inúmeros países desde o início de seu segundo mandato. O que surpreende a opinião pública dessa vez, além do exagerado nível de imposto aplicado, foram as demais alegações para justificar a medida.
Dez anos após as jornadas de junho de 2013 sobram falsificações a respeito daqueles eventos. Há no interior da autointitulada “esquerda” um intenso debate acerca da relação entre aqueles acontecimentos e toda crise política que teria se sucedido na década seguinte. O PT e seus satélites, vítimas de primeira linha […]
“Toda ciência seria supérflua se houvesse coincidência imediata entre a aparência e a essência das coisas”, nos ensina Marx em sua obra teórico-programática, O Capital. Mas tal fundamento parece passar mais uma vez despercebido pela dita esquerda revolucionária brasileira, que continua a tomar a aparência imediata dos fatos por sua essência.
Desde a campanha eleitoral de 2018, quando Jair Bolsonaro derrotou Fernando Haddad, ganhou força entre as diversas organizações de esquerda do país a opinião de que a “democracia havia dado lugar ao fascismo”, ou de que “a ditadura militar de 1964 retornava”. Na imprensa e até mesmo na academia, não é difícil ouvir falar de uma “escalada autoritária e golpista” do atual presidente e da sua corja miliciana. Diante do quadro de corrupção desenfreada, de descaso com as mortes pela COVID-19 e de silenciosos ataques aos trabalhadores brasileiros, inúmeros revolucionários honestos se levantaram para combater o bolsonarismo sob a bandeira “antifascista”.
LULA E BOLSONARO: INIMIGOS DOS TRABALHADORES
Cartazes da TS colados pela cidade!
Vote Vera 16!
Se tiver segundo turno: vote nulo!
Manifesto do Comitê de Enlace sobre o voto nulo do segundo turno das eleições de 2022
Já entramos, neste momento, no mais novo capítulo do eterno retorno ao processo de chantagem política que nos assola nas últimas décadas: o PT pedindo voto contra um suposto “mal maior” e assumindo, mais uma vez, sua única identidade restante para fins de propaganda, a de “mal menor”.